domingo, 31 de agosto de 2014
Speakeasy Big Daddy IPA
É sempre bom quando a gente acha uma cerveja que é exatamente no estilo que você gosta. Esse é o caso da Speakeasy Big Daddy IPA, a cerveja de hoje.
Sobre a Speakeasy Ales & Lagers
A lei seca americana, que perdurou de 1920 a 1933, é o paradigma de como a proibição estatal é ineficaz. Já na época, a proibição apenas fomentou o crime organizado através do contrabando de bebidas, fez surgir figuras como Al Capone e transformou as grandes cidades em praças de guerra na luta por territórios. Qualquer semelhança com a atual "Guerra às Drogas", não é mera coincidência. Speakeasy era como ficaram conhecidos os saloons ilegais durante a lei seca dos Estados Unidos. Com esse sugestivo nome, os cervejeiros Steve Bruce e Forest Gray fundaram 1997 o que viria a ser uma das mais importantes cervejarias de San Francisco, Califórnia
A começar pelo rótulo: novamente uma obra de arte. Não tem como não gostar. É uma cerveja que você compra só pelo rótulo!
Sobre a cerveja em si, ela tem uma coloração dourada, levemente turva, com espuma de boa formação e curta duração. No aroma, boa presença do lúpulo que faz lembrar frutas cítricas (maracujá, principalmente), com uma sensação de caramelo no fundo. Sabor acompanha o aroma, que deixa uma sensação seca na boca. Carbontação média
Conclusão: Apesar de ser uma cerveja leve e que desce redondinha, faltou um pouquinho mais de malte. Se ela fosse mais encorpada, seria beeeem melhor. Entretanto, vale a experiência!
INFORMAÇÕES
Big Daddy IPA
Estilo: India Pale Ale
Álcool: 6,5%
Cervejaria: Speakeasy Ales & Lagers
País: Estados Unidos
Comprada em: Hopfen Cervejas Especiais
Preço: Uns R$ 25,00
Rogue Dead Guy Ale
Mais uma cerveja que eu evitei por muito tempo por causa do rótulo: Rogue Dead Guy Ale.
Lendo a descrição comercial da cerveja, "Nos anos 90, um novo rótulo para Dead Guy Ale foi criada para comemorar o Dia dos Mortos Maia para a Casa U Betcha, em Portland, Oregon. O design mostrou-se tão popular entre os consumidores e, especialmente, entre os fãs da cerveja, que se tornou o rótulo oficial."
Com o tempo, fui perdendo esse 'preconceito' e resolvi experimentar.
A cerveja possui uma cor laranja bem escuro, ligeiramente turva, com espuma de curta formação e duração. No aroma, caramelo e um pouco de mel. Sabor acompanha o aroma, mas dá pra notar um amargor característico do lúpulo. Ao degustar, a cerva deixa um sabor um pouco adocicado na boca. Carbontação baixa e álcool ligeiramente escondido.
Conclusão: Se você está começando a beber cervejas especiais, talvez seja uma ótima porta de entrada. Não deixe de conferir
INFORMAÇÕES
Rogue Dead Guy Ale
Estilo: Heller Bock
Álcool: 6,6%
Cervejaria: Rogue Ales Brewery
País: Estados Unidos
Comprada em: Hopfen Cervejas Especiais
Preço: Uns R$ 25,00
Stillwater Existent
A cerveja de hoje é a segunda que provei da Stillwater Artisanal Ales: Existent
A descrição comercial desta cerva é bem interessante, diga-se de passagem: A cerveja Existent representa a filosofia por trás da Cervejaria Stillwater Artisenal. Nós nos esforçamos para definir a nós mesmos através de nossa paixão e sinceridade ao aceitar que nem todos os aspectos da vida são facilmente explicáveis. Para manifestar essa ideologia nós apresentamos uma cerveja intrigante. É profunda e escura, aparentemente seca, apoiada por um amargor firme e suave, acentuada com um lúpulo terroso e aroma torrado suave.
Esta é uma cerveja para você definir… “e se você olhar por muito tempo para um abismo, o abismo também olha para dentro de você.” Nietzsche.
Assim como todas as cervejas da Stillwater, o rótulo é um destaque a parte, com a figura sombria de Nietzsche (na verdade, só uma inversão de cores, Ctrl+I no Photoshop rsrs). No copo, apresentou uma cor marrom (bem escuro), com espuma de média formação e duração. No aroma, torrado em primeio plano, com caramelo e chocolate em menor intensidade. No sabor, a cerveja é leve, desce fácil, com café e chocolate predominam na língua a todo instante, com algo que lembra passas. Carbonatação média.
Conclusão: pra quem gosta de cervejas escuras, é uma boa indicação. Fácil de beber e tem muito sabor. Pode pedir que o sucesso é garantido.
INFORMAÇÕES
Stillwater Existent
Estilo: Saison / Farmhouse Ale
Álcool: 7,4%
Cervejaria: Stillwater Artisanal Ales
País: Estados Unidos
Comprada em: Hopfen Cervejas Especiais
Preço: Uns R$ 25,00
domingo, 24 de agosto de 2014
Stillwater Cellar Door
Aos poucos, vou aprendendo muitas novidades do mundo cervejeiro. No mês de abril, chegaram vários rótulos da Stillwater Artisanal Ales e ouvi todo mundo falar que era uma 'cervejaria cigana'. Obviamente, fiz uma cara de paisagem, concordei com a afirmação e resolvi pesquisar depois para ver do que se trata.
Pois bem, alguns anos atrás o termo cervejeiro cigano (Gypsy Brewer) era desconhecido aqui no Brasil. O primeiro a romper essa barreira e explicar como tudo funcionava, pelo menos aqui no Brasil, foi Mikkel Borg, proprietário da cervejaria Mikkeller e organizador do Copenhagen Beer Celebration, evento considerado por muitos o melhor festival de cerveja do mundo. Basicamente, o cervejeiro cigano é aquele que não tem um cervejaria própria. Prefere viajar o mundo produzindo suas receitas em diferentes cervejarias, assim também divulgando sua marca e fazendo parcerias. Um marketing pronto de boas cervejas, feitas em bons equipamentos e divulgação matadora, sem precisar no final do mês pensar em salários dos funcionários. (Fonte: Revista Beer Art).
A Stillwater é mais uma deste gênero. Obra do cervejeiro e DJ profissional Brian Strumke, a cervejaria (com sede em Baltimore, EUA) tem como premissa viajar pelo mundo produzindo cervejas colaborativamente ou através do aluguel de instalações de terceiros.
O rótulo dela é uma bela pintura. Chama atenção de longe. Já a cerveja apresenta coloração dourada, ligeiramente turva, com espuma de média formação e curta duração, mas sempre com uma fina camada até o fim. No aroma, muito coentro, algo que lembre sensações refrescantes (hortelã e menta) e algo cítrico. No sabor, ela é levemente azeda, lembra frutas cítricas (casca de laranja) e deixa uma sensação picante. Carbonatação alta.
Conclusão: é uma cerveja que, mesmo sem muito corpo, não é tão fácil de beber. O que agrada, sinceramente, é o sabor cítrico. Se você não gosta deste estilo (assim como eu), beba sem preconceitos. Caso contrário, escolha outra.
INFORMAÇÕES
Stillwater Cellar Door
Estilo: Saison
Álcool: 6,6%
Cervejaria: Stillwater Artisanal Ales
País: Estados Unidos
Comprada em: Hopfen Cervejas Especiais
Preço: Uns R$ 25,00
Colomba Blanche
Witbier é um tipo de cerveja que não agrada meu paladar. Sempre tenho a sensação que estou bebendo algo 'velho' ou então 'fora da validade'. Certo dia, fui ao shopping para assistir a um filme e, para matar o tempo, resolvi parar no Mr. Beer e provar uma cerveja totalmente diferente do que estou habituado. Expliquei essa situação e o atendente me indicou a Colomba Blanche, uma witbier francesa e que leva especiarias locais (maquis).
Para falar da cervejaria, recorri aos sites Alulu Beer Club e O Contador de Cervejas:
Impulsionado pelo desejo de voltar para casa, Armelle e Dominique, que é natural de Pietraserena, uma pequena aldeia de 76 habitantes, localizada no cantão de Bustanico, começaram a pensar em desenvolver um projeto promissor na Corsega. Durante o verão de 1992, enquanto participavam de um concerto de “I Muvrini” (um grupo corso famoso) na Corte, sentiram a necessidade de beber uma cerveja da região. Mas como podiam fazer isso se ela ainda não tinha sido inventada? Neste momento surgiu a ideia de não só para fazer cerveja na Córsega, mas também fazer uma cerveja corsa! A idéia era absurda, ainda é, mas foi em frente.
Localizada no coração do Mediterrâneo, a Córsega integrou todas as influências sem perder a sua autenticidade e caráter. Pietra, o produto do fundador da cervejaria, nasceu de um compromisso duplo para corsa património e cultura, bem como para a história da cerveja.
A cervejaria, fundada em 1996 na cidade de Furiani, é a única cervejaria da ilha da Córsega. Seu nome deriva do local de nascimento de seus fundadores. Com influência da escola francesa, a Brasserie Pietra tenta introduzir um pouco da cultura cervejeira na ilha.
Com um belo rótulo (bem bonito, diga-se de passagem), essa cerveja apresenta uma cor amarelo fosco (o copo plástico atrapalha nessas horas), turva, com espuma de média formação e duração. No aroma, meso apresentando uma pegada leve que lembre cravo e algo que não consegui identificar (talvez seja a tal especiaria local), é uma grata surpresa não sentir aquela sensação de bebida velha. Também dá pra notar que é uma bebida cítrica, só que em segundo plano. Sabor acompanha o aroma, com a cerva apresentando um amargor bem baixo, tem uma certa sensação igual pimenta (mas muito baixo) e um certo dulçor que agrada a cada gole. Carbonatação média e álcool não é nada assertivo.
Conclusão: olha, cerveja bem refrescante. Em dias quentes, pode ser uma boa indicação. Vale a experiência.
INFORMAÇÕES
Colomba Blanche
Estilo: Witbier
Álcool: 5,0%
Cervejaria: Brasserie Pietra
País: França
Comprada em: Mr Beer - Shopping Tijuca
Preço: Uns R$ 20,00
sábado, 23 de agosto de 2014
Wäls Session Citra IPA
Certas cervejas, sinceramente, não casam com o meu paladar. Tem dias que você está querendo beber algo com mais sabor, outros querendo uma porrada ou uma explosão de lúpulos. Agora, tem dias que você tá disposto a tomar uma cervejinha de leve, só para o dia 'não passar em branco'. Talvez esse seja o caso da Wäls Session Citra IPA, a cerveja que iremos falar hoje.
Cervejaria Wäls
A Cervejaria Wäls é uma microcervejaria com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais. Foi fundada no início de 2000 pelos irmãos José Felipe e Tiago Carneiro. Durante oito anos, o foco da cervejaria era produzir o tipo mais convencional de cerveja, a chamada cerveja Pilsen. Além da rede de restaurantes, a cervejaria realizava eventos universitários e chope com sistema de delivery. A linha de cervejas especiais da Wäls foi lançada no ano de 2008, após longo período de estudos e investimentos. Como resultado, a Wals colecionou nos últimos anos uma série de prêmios que é para deixar qualquer um de queixo caído, como o título de melhor cervejaria da América do Sul (2012), medalha de ouro na Copa do Mundo da Cerveja, o maior concurso internacional de cervejas (Denver-2014), com Wäls Dubbel e a medalha de prata com a Wäls Quadruppel. Em 2015, o mercado foi surpreendido com uma notícia que muitos ficaram incrédulos, pois a Bohemia (Primeira cervejaria do Brasil, fundada em 1853) uniu-se com a Wäls, com o objetivo de impulsionar o mercado de cervejas especiais.
Essa cerva utiliza um único lúpulo, o Citra. De acordo com o blog O Cru e o Maltado, esse lúpulo é "visivelmente mais em dry-hopping do que na fervura", ou seja, é utilizado mais para dar aroma do que para dar sabor. Outros pontos que surpreendem estão justamente no que fazem uma IPA ser uma "IPA de verdade: teor alcoólico (são apenas 3,9%) e 30 IBU's (para se ter ideia, a Diabólica tem cerca de 67 IBU)
Sobre o rótulo desta cerva... bem...
Sou muito crítico em relação a utilização de muitos tipos de fontes no mesmo rótulo. A Wäls Session Citra IPA utiliza quatro tipos diferentes, além de ter um desenho que mais parece um coelho 4:20. Isso me deixa bem agoniado. Não me dá vontade de beber essa cerveja, sério mesmo...
Bem, falando (finalmente) sobre a cerveja em si: tem cara de pilsen (coloração dourada, translúcida, com espuma de curta formação e duração), mas tem um aroma cítrico bem peculiar, lembrando limão e maracujá. O sabor acompanha o aroma, mas tenho que destacar que essa é uma cerveja muito leve, que desce redondo mesmo e é refrescante, bem dentro da proposta da cervejaria. Em dias bem quentes, fatalmente é uma boa pedida.
Conclusão: bacana a proposta. Pouco álcool, muito sabor e refrescante. Só que é uma cerveja 'aguada' (ou sem corpo, para os mais críticos), o que é realmente estranho. Agora, pra esse tipo de cerveja 'decolar' aqui no Brasil, o preço deveria ser mais em conta, até porque uma das propostas é beber em quantidade. Ou seja, peça somente em dias quentes.
INFORMAÇÕES
Wäls Session Citra IPA
Estilo: India Pale Ale
Álcool: 3,9%
Cervejaria: Cervejaria Wäls
País: Brasil
Comprada em: N/A
Baden Baden Red Ale
Quando digo para meus amigos que nunca tinha provado uma Baden Baden, quase todos se espantavam.
Considerada uma das cervejas 'de entrada' para toda e qualquer pessoa que se aventura a experimentar cervejas gourmet (ou especiais ou artesanais ou qualquer nome bonito que você queira dar), foi preciso uma reunião entre amigos para experimentar a Baden Baden Red Ale.
Desta vez, recorri ao excelente blog Mundo das Marcas para me auxiliar no histórico desta cervejaria.
Sobre a Baden Baden
Fundada oficialmente em 1999, na cidade de Campos de Jordão, interior de São Paulo, para ser uma fábrica-modelo na produção de cervejas artesanais, seguindo a risca o movimento mundial The Craft Beer Renaissance, valorizando acima de tudo a felicidade e prazer de fabricar cervejas diferenciadas com sabor, corpo e aroma inconfundíveis, e a Lei da Pureza Alemã.
O nome BADEN BADEN, foi inspirado no bar e restaurante Baden Baden (fundado em 1985), também localizado em Campos de Jordão, de propriedade de José Vasconcelos, um dos fundadores da cervejaria. O sucesso do chope, inicialmente servido apenas na choperia, logo resultou no formato cerveja, surgindo assim a primeira cerveja da marca BADEN BADEN em 2000.
Sobre o estilo dela, muita divergência. Seria ela realmente uma Red Ale? Muitos sites classificam ela como Double Red Ale ou, até mesmo, como Barley Wine! Neste caso, vamos seguir o estilo que a própria cervejaria indica no site: Double Red Ale
A cerveja em si
Cerveja de cor vermelho bem fechado, quase marrom, ligeiramente turva, com espuma de alta formação e duração. No aroma, fica bem evidente o caramelo e um pouco de lúpulo. No sabor, essa cerva é uma bela de uma porrada. Sã 9,2% de álcool. Dá pra sentir, mas que tenta se esconder no adocicado, esse sim bem assertivo. Também dá pra sentir um certo tostado, mas só quando a cerveja vai esquentando. Carbonatação média/baixa.
CONCLUSÃO DO GRANDE CHICO
Essa cerveja é para iniciantes? Mais ou menos, pois o teor alcoólico dela é bem elevado.
Tem um bom custo-benefício? Mais ou menos.
É fácil de beber? Mais ou menos.
É fácil de encontrar? Sim, em supermercados
Observações: uma boa cerveja nacional. Vale a pena comprar muitas unidades em reuniões entre brothers. O amargor dela vai aumentando de acordo com o aumento da temperatura. Se você beber esta cerveja bem gelada, não vai se arrepender. Desce redondinha, apesar do alto teor alcoólico.
INFORMAÇÕES
Baden Baden Red Ale
Estilo: Double Red Ale
Álcool: 9,2%
Cervejaria: Baden Baden
País: Brasil
Comprada em: N/A
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Recebi uma carta do Garotinho!
Para minha surpresa, não tinha nenhuma conta para pagar. Tinha apenas uma única carta, sem remetente.
Quando abri o envelope, a surpresa: quem me enviou a carta foi o Sr. Anthony William Matheus de Oliveira, mais conhecido como Anthony Garotinho, candidato a governador do estado do Rio de Janeiro.
Segue abaixo minha resposta
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Prezado Sr. Garotinho,
Primeiramente, agradeço por lembrar de mim através desta correspondência. Fico lisonjeado com tamanha importância que o senhor me deu por ter guardado meu endereço com tanto carinho.
Aliás, pensando bem, não lembro de ter concedido meu endereço para o senhor, muito menos para o seu grupo político. Talvez tenha obtido meu endereço através de um banco de dados do DETRAN-RJ (pois fui prestador de serviços desta instituição durante o mandato de sua senhora) ou da UERJ.
Tenho que reconhecer que, tanto no seu mandato (1998-2002), quanto no da sua senhora (2003-2007), o Rio de Janeiro teve melhoras significativas em alguns segmentos, principalmente para a população mais carente, para os estudantes e no transporte.
Alias, pensando bem, foi na sua gestão que os transportes alternativos se proliferaram no estado, deixando que amadores tomassem conta das ruas, sem nenhum tipo de preparo e treinamento para transportar pessoas. Com isso, nosso trânsito se tornou um caos e transformou esse tipo de transporte uma verdadeira máfia. Isso sem mencionar as estações de metrô Siqueira Campos e Cantagalo, que até tem um atendimento razoável, mas que se tornariam desnecessárias caso o planejamento inicial do Metrô Rio fosse cumprido, ou seja, se o senhor tivesse se empenhado em concluir a Linha 2, ligando a estação Estácio até a Carioca.
Por último, acho digno que leve a palavra do Senhor para todos. Entretanto, tenho como premissa básica não misturar religião com política. São situações distintas e diversos governos sofrem justamente por causa disso.
Aliás, pensando bem, se o senhor fosse realmente uma testemunha de Cristo não se envolveria com nenhum tipo de irregularidade. Tanto é que o senhor foi condenado a 2 anos e meio de detenção por formação de quadrilha. Entretanto, sua pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e pagamento de cestas básicas, situação esta que o senhor até ironizou em sua entrevista para o RJTV no dia 20/08/2014.
Pena que a proibição de exercer cargo público e mandato eletivo não foi alcançada pela Lei da Ficha Limpa.
Sendo assim, amado irmão Garotinho, peço em minhas orações para que o senhor não cometa os mesmos erros do passado e que não use o nome de Deus em vão.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Guinness Draught
Hoje é dia de falar sobre uma das cervejas mais famosas do mundo: Guinness Draught
Novamente solicitando o auxílio dos blogs amigos, o texto sobre a Guinness foi retirado do blog Para Que VoCerveja:
Guinness é a cerveja símbolo da Irlanda e ao mesmo tempo a cerveja que simboliza o estilo Stout, uma cerveja preta feita com maltes tostados que dão o mesmo caráter à cerveja, além de um amargor pronunciado. Sua história teve início em 1759, quando Arthur Guinness começou a produzir sua cerveja em uma fábrica alugada em Dublin. Em 1862 a Harpa irlandesa foi adotada como símbolo da cervejaria.
Com quase 300 anos de história, a cerveja Guinness é produzida com a mesma composição: malte irlandês, água de Dublin, lúpulo e levedura. A cerveja Guinness é produzida localmente em 55 países e comercializada num total de 155 países, possuindo 80% de participação no mercado mundial de cerveja preta. Ao redor do mundo, 170 mil pubs consomem 10 milhões de copos (pints) de Guinness diariamente. Guinness é a sexta cervejaria do mundo, proprietária de marcas como Harp e Kilkenny, também disponíveis no Brasil. Suas vendas chegam a de 2,7 bilhões de litros de cerveja por ano.
Embora a cerveja Guinness possa parecer ser preta, é oficialmente um tom muito escuro de rubi.
Embora a cerveja Guinness possa parecer ser preta, é oficialmente um tom muito escuro de rubi.
A aparência dela é simplesmente espetacular: coloração preta e espuma bege, sendo formada à medida que é vertida no copo (efeito cascata lindíssimo). No aroma, café e torrado, mas bem suave. Sabor acompanha o aroma. Corpo leve e carbontação baixa. Amargor persistente ao fim de cada gole. Álcool quase que inexistente.
Conclusão: Obrigatória para quem quer conhecer mais sobre cervejas. Sinceramente, deve ser uma das primeiras. Não é a minha preferida, até porque ela não tem muito corpo. Vale (e muito) a experiência.
INFORMAÇÕES
Guinness Draught
Estilo: Dry Stout
Álcool: 4,1%
Cervejaria: St. James’s Gate
País: Irlanda
domingo, 17 de agosto de 2014
Hitachino Nest Red Rice Ale
Subarashii!
ビールは非常に良いです!
Junto com minha irmã e um amigo dela, fizemos uma sessão de cervejas japonesas, todas da Kiuchi Brewery: Hitachino Nest Japanese Classic Ale, Nest White Ale, Nest Beer Extra High (XH) e Nest Red Rice Ale.
Hoje é dia de falar da Hitachino Nest Red Rice Ale, uma cerveja em que é utilizado arroz vermelho. Sinceramente, nunca provei este tipo de cereal, então isso pode comprometer a análise.
Cerveja de cor abóbora bem intenso, puxando um pouco pro vermelho, turva, com espuma de média formação e duração. Aroma interessante, em que se pode notar com clareza caramelo e frutas vermelhas (morango). No sabor, essa sensação de frutas vermelhas (morango) é bem dividida com o malte, com um pouco de cravo e algo que lembre chá preto em segundo plano. Álcool bem discreto, mas aparente. Carbonatação média.
Conclusão: uma boa cerveja, apesar de ser diferente. Talvez seja uma boa indicação para quem gosta de cervejas frutadas.
INFORMAÇÕES
Hitachino Nest Red Rice Ale
Estilo: Belgian Golden Strong Ale
Álcool: 7,0%
Cervejaria: Kiuchi Brewery
País: Japão
Comprada em: Hopfen Cervejas Especiais
Preço: Uns R$ 26,00






























