Blue Moon Belgian White

Virou tradição: degustação de novas cervejas no fim da noite de Natal. Sendo assim, na noite que celebramos o nascimento de Jesus Cristo, resolvemos abrir a Blue Moon que estava lá, quietinha na geladeira.

Birra del Borgo Re Ale

Viajar me apavora por mil motivos, desde o planejamento até o voo. O fato curioso é que incluir no roteiro visitas a cervejarias e/ou experimentar novas cervejas ajudou no meu interesse em viajar pelo Brasil e para o exterior. Foi assim que resolvemos viajar neste fim de ano pela Região dos Lagos: conhecendo novas praias e degustando novas cervejas. E, numa dessas degustações, 'esbarramos' com a Birra del Borgo Re Ale.

Ballast Point Habanero Sculpin

Já experimentaram um molho de pimenta com cerveja?

Este desafio, que é para poucos (diga-se de passagem), foi proposto aqui em casa durante a noite de Natal.

Tormenta Hoppy Night

Seria possível uma cerveja escura ser refrescante, ao ponto de amenizar o calor naqueles dias abafados? A Tormenta resolveu ousar e criou a Hoppy Night.

Mondial de La Bière Rio 2015: pontos positivos e negativos

No último fim de semana foi realizado o 3º Mondial de La Bière Rio, promovido e organizado pela Fagga | GL events Exhibitions. Ao contrário das primeiras edições, o festival não utilizou as instalações do Terreirão do Samba e decidiu desembarcar em um lugar bem mais amplo: o Pier Mauá, localizado na zona portuária da Cidade Maravilhosa.

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sábado, 6 de julho de 2013

Copa das Confederações 2013 - A Final


Pois é, a Seleção Brasileira conquistou a Copa das Confederações. Cinco vitórias em cinco jogos, com quatorze gols a favor, apenas três contra, com direito a ter o melhor jogador e artilheiro do campeonato (isso porque não enfrentou o Taiti). Foi um título, de certa forma, convincente e que fez este que vos escreve reconhecer alguns absurdos que escrevi no passado.

Primeiro, o técnico da Seleção Brasileira. Luiz Felipe Scolari saiu pela porta dos fundos do Palmeiras, foi ressuscitado por Marín e conseguiu arrumar um esquema interessante na seleção, com um 4-2-3-1 pra lá de ofensivo e bem disciplinar em seu setor defensivo. Apesar do relaxamento no 2º tempo contra a Itália e o pragmatismo contra o Uruguai (esse sim, o jogo mais difícil durante toda a competição), o esquema funcionou muito bem e tinha duas premissas básicas: 1- sufocar a saída de bola do adversário e; 2- definir a partida nos minutos iniciais. Até comentei no trabalho sobre isso e lembramos de duas seleções que aplicaram com empenho esta tática: Hungria de 1954 e Holanda de 1974.

Segundo, a aplicação tática da equipe. Todos os jogadores, sem exceção, se dedicaram ao máximo para tentar acabar com a desconfiança do brasileiro. Sinceramente, souberam aproveitar muito bem o clima que foi criado, com os protestos do lado de fora do estádio e o apoio dos que estavam dentro. Sejamos sinceros: ninguém é contra a seleção e nem a Copa do Mundo. Somos contra é de como tudo isso foi conduzido, dos superfaturamentos, da falta de transparência nos gastos públicos e com a truculência dos policiais em TODAS as cidades em que houve protesto. Não houve um jogador que fez corpo mole ou que trocou gentilezas com o adversário. Isso, com certeza, fez com que o povo tomasse simpatia pela seleção.


Terceiro, o tão esperado confronto Brasil x Espanha. Uma frase que define bem aquele jogo está no excelente blog Olho Tático, que agora está na ESPN (graças a Deus, emissora de gente normal): "Hoje é dever exaltar a fantástica atuação brasileira. Amanhã é outro dia". Mesmo com as suspeitas que essa final foi comprada, que a Espanha que entrou em campo estava irreconhecível, que a Dilma gastou milhões para dar esse título ao sofrido povo brasileiro (e, de quebra, minimizar as manifestações) e outras alegações conspiratórias, há de se reconhecer a superioridade durante os 90 minutos sobre a Seleção Espanhola. Eles ficaram bem perdidos com a forte marcação na saída de bola. Xavi e Iniesta foram totalmente anulados por Paulinho e Luiz Gustavo (justamente um dos que critiquei). Arbeloa tomou um passeio do Neymar, assim como Azpilicueta.

E o que dizer do "golaço" de David Luiz, salvando aquele gol certo de Pedro? E da pressão que Sergio Ramos recebeu, chutando uma penalidade máxima pra fora contra Julio Cesar, que pegou categoricamente um pênalti do Forlan? E da jogada do trio Hulk-Neymar-Fred no terceiro gol? E da defesa do chute do Xavi, quando o jogo estava já definido? Tudo isso foi minando a confiança daqueles que estavam invictos por 29 jogos oficiais.

Por último, o desempenho de Neymar. Quem costuma conversar comigo sabe que nunca gostei do futebol desse jogador. Sempre achei que ele era apenas um Denílson melhorado e que era supervalorizado pela mídia. Pois bem, mesmo com uma mudança (para melhor) no Campeonato Paulista desse ano, continuei apostando que a máscara dele iria cair nessa Copa das Confederações. Puro engano. Neymar resolveu jogar tudo que sabe (ou o que vale) e foi o principal destaque desse time. Claro, não tem como negar que ele cavou algumas faltas e simulou uma agressão, mas tudo isso ficou em segundo plano devido ao show que o garoto deu nesse campeonato. O troféu de melhor jogador foi para a pessoa certa.


Aliás, falando em melhor jogador, a seleção do campeonato está quase perfeita. Faria apenas uma única modificação: tiraria o Fernando Torres para dar entrada do uruguaio Cavani.

O Brasil está preparado para a Copa do Mundo de 2014? Não ainda falta muito.

Mas, a partir do dia 30/06/2013, as outras seleções vão pensar duas vezes em subestimar a Seleção Brasileira.


sábado, 22 de junho de 2013

Copa das Confederações 2013 - O segundo jogo


Se no primeiro jogo Neymar desencantou na Seleção Brasileira, no segundo jogo ele resolveu jogar um futebol para queimar a língua de quem vos fala. Simplesmente o garoto arrebentou.

Mas vamos voltar ao início. Não posso esquecer de comentar sobre os 25 mil manifestantes que estiveram do lado de fora da "Arena" Castelão para protestar contra o superfaturamento na construção do estádio e aumento das passagens de ônibus. Durante confrontos, que durou de mais de quatro horas, a Polícia Militar cearense utilizou bombas de efeito moral, spray de pimenta e balas de borracha. Uma cena triste durante o evento, confirmando todo o autoritarismo dos governos federal e estadual em relação às passeatas. E isso não é privilégio dos cearenses: em todo e qualquer estado o panorama foi o mesmo. 


Dentro do estádio, havia a expectativa da torcida ser contra a Seleção. Alguns comentavam que iriam cantar o hino nacional de costas pro campo. Outros relatavam que iriam levar faixas de protestos e torcer veementemente para o México. Entretanto, o que se viu foi algo totalmente inesperado: o protocolo da FIFA determina que o hino de todas as seleções tenha duração de, no máximo, 50 segundos. Quando o hino nacional tocou, a torcida praticamente ignorou o fim dos 50 segundos e cantou o restante "a capela", com a imagem dos 11 jogadores brasileiros abraçados. Sabem aquela propaganda da Adidas que diz "Porque todo jogo começa 0 a 0"? Então, isso não se aplicou ao jogo Brasil e México, porque os anfitriões já começaram na frente. A derrota já começou ali, no hino nacional.

O gol saiu rapidinho, aos 9 minutos do primeiro tempo, assim como aconteceu no jogo contra o Japão. Dani Alves cruzou, a defesa afastou, e Neymar pegou a sobra de primeira, sem deixar a bola cair. Golaço. E, mais uma vez, o Chico queima a língua. 

Depois disso, o Brasil só administrou o jogo. Talvez o único momento em que a partida ficou um pouco mais perigosa foi quando David Luiz (que quebrou o nariz no 1º tempo, após uma cabeçada em Thiago Silva) salvou o time ao cortar para escanteio em cima da hora, antes que Chicharito colocasse a bola para dentro. Nessa hora, o México estava jogando do jogo, mas logo o Brasil colocou ordem na casa.

Neymar poderia ter "se contentado" só com o lance do gol. Mas o garoto resolveu calar a boca dos críticos no fim do jogo, fazendo uma incrível jogada, passando no meio de dois mexicanos. Levantou a cabeça, cruzou para Jô e... caixa! Brasil 2 x 0 no México. 

O time ainda tem alguns problemas, como as jogadas nas costas dos laterais (principalmente pelo lado esquerdo: Marcelo anda perdidinho nesse esquema do Felipão). Fora isso, é bem provável que a Seleção Brasileira conquiste o 1º lugar no grupo, já que a Itália vem de um jogo épico contra o Japão e os jogadores podem sentir o desgaste físico.


domingo, 16 de junho de 2013

Copa das Confederações 2013 - O primeiro jogo



Confesso a vocês que o gol do Neymar Jr, aos 3 minutos do primeiro tempo, me surpreendeu de forma positiva. Quem vem conversando comigo durante estes últimos anos sabe o quanto sou pessimista com essa seleção para a Copa das Confederações e para a Copa do Mundo. Afinal de contas, esse mesmo treinador que comanda a seleção hoje, 9 meses atrás foi demitido do Palmeiras, rebaixado para a Série B.

Antes de falar do jogo, alguns fatos não podem ser ignorados. A começar pela manifestação fora do estádio, contra os gastos para a realização do evento. Obviamente, policiais militares utilizaram a força que lhes é permitida, com bombas de gás, tiros de balas de borracha e spray de pimenta para dispersar a multidão. Aliás, rolou até um atropelamento de um manifestante, atitude deprimente do policial. Claro que esse tipo de protesto é muito bem vindo e mostra que o povo cansou de reclamar no Facebook e está começando a ir às ruas, mas creio que veio tarde demais. O circo já estava pronto e a plateia estava com ingresso na mão. 



Depois de assistir uma cerimônia de abertura bem fraca (vale lembrar que os ensaios para a cerimônia da Copa do Mundo ainda não começaram), veio o momento chave deste primeiro jogo: a sonora vaia para a presidente Dilma Rousseff, que piorou ainda mais quando Joseph Blatter perguntou aonde estava o fair play do brasileiro. Sinceramente, com tudo que vem acontecendo no Brasil, quem faltou com o fair play foi o próprio governo.


Sobre o jogo: mesmo sob desconfiança geral, a seleção conseguiu ganhar de 3x0, onde ficou evidente que houve uma evolução tática. Ponto para comissão técnica. Mesmo assim, esse placar dilatado pode enganar muita gente, mais pelo fato do primeiro gol ter saído aos 3 minutos da etapa inicial. Nenhum adversário está preparado para jogar uma partida inicial de campeonato, contra os donos da casa, com um gol de desvantagem logo no início. Mesmo assim, a seleção japonesa fez um jogo bem burocrático até o fim do primeiro tempo, ocupando os espaços e não deixando a tática do Felipão decolar. Se tivesse mais uns 2 jogadores de qualidade, o caldo poderia entornar.

O esquema apresentado hoje é bem interessante e eficaz, com Luiz Gustavo e Paulinho como volantes, Neymar, Oscar e Kulk como centroavantes e Fred como homem-gol, em um 4-2-3-1 bem ofensivo, onde cinco jogadores podem chegar ao ataque com total facilidade. 

Surpreendeu. Três pontos para a conta que, sinceramente, serão úteis para passar à próxima fase.


sábado, 8 de junho de 2013

Copa das Confederações 2013 - A substituição


Um dos motivos de começar com este blog foram os elogios que recebi no texto que publiquei no Facebook, sobre os 23 eleitos por Felipão para disputar a Copa das Confederações. Ou seja, vocês tem parcela de culpa nessa história!

Pois bem, na última sexta-feira o atacante Leandro Damião foi oficialmente cortado da seleção brasileira, por causa de uma lesão na coxa direita. Deve ser um momento muito triste para o profissional, pois todo o sonho de uma carreira é interrompido por uma lesão (aliás, vale lembrar que o jogador já teve uma lesão semelhante e na mesma perna). Agora, quem tem a ganhar com isso é a própria seleção. Sinceramente, com todo respeito ao profissional, mas ele não tem a mínima condição de ser atacante da seleção brasileira. Torno a repetir: pode ter raça e ser esforçado, mas não tem disciplina tática. Já mostrou isso diversas vezes no Internacional.

No lugar de Leandro Damião entrou Jô, atacante do Atlético-MG. Já tinha cantado a pedra no primeiro post: por que convocar o Damião se o Jô tá jogando uma bola redondinha? Surgiu no Corinthians e logo foi para o futebol internacional. Voltou para o Brasil e, após uma passagem meio que discreta no Internacional, tá arrebentando no Galo. Não tinha como convocá-lo. 

Com isso, a seleção já melhora um pouco. Ganha uma boa opção de ataque e coloca uma dúvida a mais na cabeça do Felipão. Agora resta saber como que ele vai organizar esse time para, no mínimo, conseguir passar para as semi-finais na Copa das Confederações.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Copa das Confederações 2013 - A convocação


Não tem como: brasileiro gosta de futebol. Desde o nascimento, nós somos 'doutrinados' a aprender a gostar desse esporte. Mesmo quem não tenha um time de coração, todo mundo é contaminado pelo 'nacionalismo' quando chega a Copa do Mundo.

Quer puxar um assunto numa mesa de bar? É só falar mal da última convocação da seleção brasileira. Mais especificamente, alguns atletas que o Felipão convocou deram o que falar.

Postei no meu Facebook alguns comentários sobre a convocação do que ainda chamam de seleção brasileira. Vou transcrever aqui o que postei por lá.

• Julio Cesar - Já teve seu tempo de seleção. Aliás, já deveria ter se aposentado. Mas quem convoca é o Felipão, técnico de segunda divisão do campeonato brasileiro (sdds Palmeiras)
• Diego Cavalieri - Deveria ser o goleiro titular, mas vai esquentar banco para o semi aposentado
• Jefferson - Convocação desnecessária. Em um torneio de 5 jogos, é inútil levar três goleiros. Se fosse para convocar três goleiros, teria que ser Cavalieri - Jefferson - Cassio
• Thiago Silva - Convocação merecida
• Réver - Convocação merecida
• David Luiz - Convocação merecida
• Dante - Convocação merecida. Se o Dedé estivesse num time decente (porque o Vasco tá uma draga e essa transferência pro Cruzeiro queimou a imagem dele), como o Réver, poderia ter pego essa vaga.
• Daniel Alves - Não tem ninguém melhor, o setor anda muito fraco
• Jean - Muito fraco e será improvisado na lateral. Deprimente. Sério mesmo que o Marcos Rocha não é melhor que ele?
• Marcelo - Não tem ninguém melhor, o setor anda muito fraco
• Filipe Luis - É só para abaixar a idade média da seleção? Se fez isso, fez bem, porque futebol não tem
• Fernando - Cão de guarda, volante volante. Dos males, o menor.
• Hernanes - Fraco demais. Aliás, sempre foi fraco. Deveria ter chamado o Ramires
• Luiz Gustavo - É só para abaixar a idade média da seleção? Se fez isso, fez bem, porque futebol não tem
• Paulinho - Convocação merecida
• Jadson - É esforçado. Faria um bom papel de enceradeira (sdds Zinho) quando o Brasil estiver ganhando algum jogo (cof cof cof). Ronaldinho Gaúcho poderia ser convocado, mas ele também pipoca na hora H. Então deixa assim porque 'pior que tá, não fica'
• Oscar - Convocação merecida
• Lucas - Convocação merecida
• Hulk - É esforçado e joga bem pela seleção. A camisa não pesa, ao contrário do Neymar
• Bernard - Convocação merecida
• Leandro Damião - Ele é a prova que peladeiro consegue chegar à seleção. Me surpreende ver esse zé prego no lugar do Jô, que tem muito mais disciplina tática
• Fred - Convocação merecida
• Neymar - Esse JAMAIS deveria ser o que é hoje. Não tem futebol, é firuleiro e não tem disciplina tática. A necessidade da imprensa criar um novo Pelé no Santos é tamanha que já tentaram fazer isso uma vez, com o Robinho. Pra mim, Neymar é um Denílson melhorado, que sabe chutar pro gol. Mas é aquilo, tem que valorizar o 'craque', o último 'diamante' brasileiro...

E você, acha o mesmo?